Pensando acerca dos motivos pelos quais há certa apatia nos estudantes, principalmente referindo-nos ao nosso campus, UNESP Franca, não podemos deixar de conceber, apesar das especificidades de nosso caso, de que estamos inseridos em um contexto mais amplo, em que diversos fatores agem em nossos modos de pensar e agir. Esses fatores tais como a globalização, tecnocratização do ensino, sofisticação e grande complexidade da sociedade, sobretudo, alienação do individuo frente aos processos de construção política, dos processos pelos quais obtêm seu alimento, cultura, bens de consumo, etc. agem em favor de um distanciamento cada vez maior entre as pessoas na sociedade.
Esse distanciamento vem contribuindo para a falta de sensibilidade e uma mortificação nas dinâmicas das relações sociais, não somente observável dentro do cotidiano das famílias e suas organizações, mas também nos relacionamentos dentro do trabalho, na sala de aula, entre outros; dentro desse contexto social o outro não é visto como essencial à existência, assim como o individuo tem dificuldade de perceber-se como essencial para a formação e manutenção da sociedade. A sensação ocasionada por um distanciamento em que um indivíduo enxerga-se como alheio ao próximo, configura-se como alienação, apatia, xenofobia; ou ainda pode configurar como solidão e inadequação, mesmo que ainda esteja envolvido por toda uma esfera de pessoas.
A missão de um centro acadêmico, dentre outras obrigações, é tentar criar laços entre os estudantes, entre a instituição e os alunos, entre docentes e discentes, a fim de uma melhoria qualitativa e quantitativa na universidade. Um centro acadêmico além de lutar por um curso de qualidade e infra-estrutura, deve lutar por um conteúdo programático que reflita os desejos do corpo discente e que os estudantes sintam-se partícipes da formação dos espaços; um centro acadêmico deve lutar para que os alunos aproveitem ao máximo os benefícios da instituição, no entanto deve entender que uma universidade pública é direito de todo cidadão e que o conhecimento criado e propagado por ela deve atender às necessidades da sociedade para a qual trabalha.
Nós da chapa PALMARES entendemos que não é possível obtermos resultados concretos sem uma nova concepção sobre o papel dos centros acadêmicos; como integrantes do movimento estudantil, buscamos a participação dos integrantes do curso de História, para que juntos acabemos com a apatia, distanciamento entre os desejos dos estudantes e a universidade, alunos e movimento estudantil, entre o individuo e o social.
Rene ( Ponei) 2º Ano de História Matutino.
Esse distanciamento vem contribuindo para a falta de sensibilidade e uma mortificação nas dinâmicas das relações sociais, não somente observável dentro do cotidiano das famílias e suas organizações, mas também nos relacionamentos dentro do trabalho, na sala de aula, entre outros; dentro desse contexto social o outro não é visto como essencial à existência, assim como o individuo tem dificuldade de perceber-se como essencial para a formação e manutenção da sociedade. A sensação ocasionada por um distanciamento em que um indivíduo enxerga-se como alheio ao próximo, configura-se como alienação, apatia, xenofobia; ou ainda pode configurar como solidão e inadequação, mesmo que ainda esteja envolvido por toda uma esfera de pessoas.
A missão de um centro acadêmico, dentre outras obrigações, é tentar criar laços entre os estudantes, entre a instituição e os alunos, entre docentes e discentes, a fim de uma melhoria qualitativa e quantitativa na universidade. Um centro acadêmico além de lutar por um curso de qualidade e infra-estrutura, deve lutar por um conteúdo programático que reflita os desejos do corpo discente e que os estudantes sintam-se partícipes da formação dos espaços; um centro acadêmico deve lutar para que os alunos aproveitem ao máximo os benefícios da instituição, no entanto deve entender que uma universidade pública é direito de todo cidadão e que o conhecimento criado e propagado por ela deve atender às necessidades da sociedade para a qual trabalha.
Nós da chapa PALMARES entendemos que não é possível obtermos resultados concretos sem uma nova concepção sobre o papel dos centros acadêmicos; como integrantes do movimento estudantil, buscamos a participação dos integrantes do curso de História, para que juntos acabemos com a apatia, distanciamento entre os desejos dos estudantes e a universidade, alunos e movimento estudantil, entre o individuo e o social.
Rene ( Ponei) 2º Ano de História Matutino.
POR UMA NOVA POSTURA ESTUDANTIL!!
ResponderExcluirMandou bem Ponei!